Às 9h59 (horário de Brasília) desta quarta-feira (22), o contrato de setembro do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em alta moderada de 0,52%, cotado a R$ 69,48/saca; o de novembro avançava 0,33%, a R$ 73,65/sc. No acumulado da semana, os vencimentos registram ganhos de 0,87% e 1,31%, respectivamente.

Ontem (21), o vencimento de julho se desvalorizou 0,51%, cotado a R$ 69,12/sc, enquanto o de setembro recuou 0,20%, a R$ 73,41/sc.

Nesta manhã, os preços internos eram sustentados pelo avanço dos contratos equivalentes de milho na Bolsa de Chicago (CBOT).

A valorização do câmbio, que aumenta a competitividade das exportações brasileiras do cereal, também contribuía para o viés positivo.

Levantamento realizado pela DATAGRO Grãos até o dia 17 deste mês mostra que os trabalhos alcançaram 50,3% da área cultivada, ritmo abaixo da temporada passada (56,4%) e inferior à média plurianual (51,7%).

DATAGRO Grãos projeta que o Brasil irá colher 112,5 milhões de toneladas de milho nesta segunda safra de 2026, volume 5% menor na comparação com o último ciclo.