O contrato de junho do óleo de palma encerrou a sessão desta quarta-feira (6) em expressiva queda de 2,10% na Bolsa de Derivativos da Malásia (MDEX), cotado a US$ 1.156,25/tonelada. O vencimento de junho recuou 2,00%, a US$ 1.164,50/t. Por outro lado, na parcial da semana, a commodity acumula ganhos de 1,14% e 1,19%, respectivamente. 

Neste pregão, as cotações da commodity foram pressionadas pela expressiva queda nos preços do petróleo, depois que uma fonte do Paquistão informou à Reuters que os Estados Unidos e o Irã avançaram nas negociações para um acordo de paz preliminar.

As cotações de petróleo mais baixas tornam o óleo de palma uma opção menos atraente como matéria-prima de biodiesel

Dados atualizados da Comissão Europeia mostram que o bloco importou 2,4 milhões de toneladas de óleo de palma no acumulado da safra 2025/26 até 3 de maio, queda de 4% em relação ao registrado no mesmo recorte da temporada anterior.

Além disso, o ringgit malaio se fortaleceu 1,01% frente ao dólar, fator que torna a commodity mais cara para compradores estrangeiros. 

Limitando maiores perdas, o óleo de palma fechou em alta de 0,37% na Bolsa de Dalian (DCE), enquanto o óleo de soja avançou 0,78% no índice chinês.