O contrato de agosto do óleo de palma encerrou a sessão desta sexta-feira (31) em leve baixa de 0,22% na Bolsa de Derivativos da Malásia (MDEX), cotado a US$ 1.110,0/tonelada. O vencimento de setembro recuou 0,55%, a US$ 1.128,00/t. Na semana, os contratos acumularam perdas de 1,03% e 1,27%, respectivamente.
Por outro lado, no mês, o contrato de agosto acumulou ganhos de 0,20%, enquanto o futuro negociado para setembro avançou 1,19%.
Neste pregão, as cotações foram afetadas pelo rendimento negativo do óleo de palma na Bolsa de Dalian (DCE), que fechou em moderada queda de 0,84%. O óleo de soja recuou 0,06% no índice chinês.
Limitando maiores perdas, as cotações continuaram afetadas pela alta dos preços do petróleo no mercado internacional, depois que a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã bloqueou a passagem de petroleiros no Estreito de Ormuz.
Os preços mais altos do combustível no mercado internacional tornam o óleo de palma uma opção mais atraente como matéria-prima de biodiesel.
Além disso, as empresas de inspeção de cargas independentes da Malásia estimam que as exportações de óleo de palma e derivados pelo país, em julho, avançaram entre 12,1% e 19,5%.
O ringgit malaio desvalorizou 0,2% frente ao dólar, fator que torna a commodity mais barata para compradores de moedas estrangeiras.