O contrato de setembro do óleo de palma encerrou a sessão desta segunda-feira (3) em moderada baixa de 0,64% na Bolsa de Derivativos da Malásia (MDEX), cotado a US$ 1.120,75/tonelada. O vencimento de outubro recuou 0,62%, a US$ 1.130,5/t. 

Neste pregão, as cotações foram afetadas pelo rendimento negativo do óleo de palma na Bolsa de Dalian (DCE), que fechou em moderada queda de 0,88%. O óleo de soja recuou 0,11% no índice chinês.

Além disso, as cotações foram impactadas pela queda dos preços do petróleo no mercado internacional, depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, suspendeu novos bombardeios contra o Irã, com objetivo de avançar nas negociações para a reabertura completa do Estreito de Ormuz.

Os preços mais baixos do combustível no mercado internacional tornam o óleo de palma uma opção menos atraente como matéria-prima de biodiesel.  

Uma pesquisa da Reuters aponta que as exportações da commodity pela Malásia avançaram 14,8% em julho, com crescimento de 7,4% na produção. Se confirmado, os estoques do país alcançarão o maior nível em cinco meses.

O Conselho Malaio de Óleo de Palma (MPOB) deve comunicar os dados oficiais em 10 de agosto.

Limitando maiores perdas, o ringgit malaio desvalorizou 0,24% frente ao dólar, fator que torna a commodity mais barata para compradores de moedas estrangeiras,