O contrato de julho do óleo de palma encerrou a sessão desta terça-feira (9) em moderada baixa de 0,83% na Bolsa de Derivativos da Malásia (MDEX), cotado a US$ 1.105,50/tonelada. O vencimento de agosto recuou 0,85%, a US$ 1.114,0/t.
Neste pregão, as cotações foram pressionadas pelo rendimento negativo do óleo de palma na Bolsa de Dalian (DCE), que fechou em queda de 1,3%. O óleo de soja recuou 0,85% no índice chinês.
Além disso, os preços seguem impactados pela cotação do petróleo no mercado internacional. Os valores da commodity energética foram pressionados depois que o Irã e Israel afirmaram que iriam interromper novos ataques, após um apelo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Os preços mais baixos do combustível no mercado internacional tornam o óleo de palma uma opção menos atraente como matéria-prima de biodiesel.
O ringgit malaio valorizou 0,29% frente ao dólar, fator que torna o óleo de palma mais caro para compradores estrangeiros.
Enquanto isso, as empresas independentes de inspeção de carga da Malásia projetaram que as exportações de derivados de óleo de palma pelo país recuaram entre 8,8% e 15,5% em maio, em relação ao registrado no mês anterior. O Conselho Malaio de Óleo de Palma (MPOB) vai informar, amanhã (10), os dados mensais de oferta e demanda da commodity.