O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) avançou 0,01% em agosto de 2026, ante queda de 0,03% em julho, divulgou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), nesta quinta-feira (2).
No primeiro semestre de 2026, o IPC-Fipe acumulou inflação de 2,11%. Em 12 meses até junho, o índice registrou alta de 3,92%, acelerando em relação ao ganho de 3,65% no período encerrado em maio.
Entre janeiro e julho, o IPC-Fipe acumulou inflação de 2,09%. Em 12 meses até agosto, o índice registrou alta de 3,57%, abaixo da mediana de 3,62%.
Em agosto, quatro dos sete componentes do IPC-Fipe perderam força: Habitação (de 0,57% em julho para -0,38% em agosto), Transportes (de -0,13% para -0,43%), Vestuário (de 0,58% para 0,32%) e Educação (de 0,30% para -0,06%). Por outro lado, Despesas, Saúde e Alimentação ganharam força na passagem de um mês para o outro.
O IPC-Fipe mede a evolução do custo de vida das famílias paulistanas com renda familiar entre 1 e 10 salários mínimos.