Ibovespa encerrou esta terça-feira (25) em forte alta de 1,55%, aos 174.576,80 pontos. Na máxima do dia, o principal indicador da Bolsa Brasileira (B3) alcançou os 174.784,92 pontos; na mínima, desceu aos 171.178,87 pontos.

De maior peso na composição da B3, a Vale (VALE3) avançou 2,04%, enquanto as ações da Petrobras (PETR3; PETR4) caíram 2,05% e 1,80%, respectivamente.

Os grandes bancos terminaram o dia com ganhos robustos: o Itaú (ITUB4) subiu 1,83%; o Bradesco (BBDC4) se valorizou 3,13%; o Banco do Brasil (BBAS3) disparou 5,22%; o Santander (SANB11) se valorizou 0,13%; e o BTG Pactual (BPAC11) registou alta de 3,04%.

Em Wall Street, os principais indicadores acionários fecharam o dia em alta. O Dow Jones Industrial Average (DJIA) avançou 0,30%, aos 53.577,40 pontos; o S&P 500 subiu 0,32%, aos 7.677,28 pontos; e o Nasdaq se valorizou 0,66%, aos 26.151,30 pontos.

Sem grandes movimentações no Brasil e no exterior, os agentes do mercado acompanharam os desdobramentos do embate entre os Estados Unidos e o Irã no Oriente Médio. A decisão de Washington por adotar uma abordagem de pressão econômica – e não bélica – contra Teerã reduziu parte dos prêmios de risco do mercado de petróleo e contribuiu para queda de quase 3% da matriz energética no mercado internacional.

Na agenda econômica, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC), calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), recuou 3,6 pontos na passagem de julho para agosto, para 84,7 pontos, o menor nível desde novembro de 2022 (83,5 pontos)

Já o Conference Board (CB) divulgou que a Confiança do Consumidor dos Estados Unidos recuou de 90,2 pontos em julho (dado revisado de 90,8) para 89,4 pontos em agosto. O desempenho veio abixo dos 90,3 pontos esperados pelo mercado.

No radar, a divulgação dos resultados da Nvidia e a publicação do Índice de Preços de Despesas de Consumo Pessoal (PCE), agendadas para amanhã (26).

As atenções também se voltam para o simpósio anual do Federal Reserve (Fed) em Jackson Hole, Wyoming. O presidente da instituição, Kevin Warsh, deve discursar na sexta-feira (28), em um momento de atenção redobrada aos rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano de longo prazo.