Às 10h29 (horário de Brasília) desta quarta-feira (8), o Ibovespa registrava baixa moderada de 0,52%, aos 171.125,02 pontos, com recuo acumulado na parcial da semana de 1,98%. Na véspera (7), o principal indicador da Bolsa Brasileira (B3) caiu 0,25%, aos 172.020,68 pontos.
De maior peso na composição da B3, a Vale (VALE3) caía 2,17%. Por outro lado, as ações da Petrobras (PETR3; PETR4) dispararam 2,70% e 2,99%, respectivamente.
Nesta manhã, o mercado repercute a nova escalada das tensões no Oriente Médio, que faz os preços do petróleo subirem mais de 5% no mercado internacional, o que também impulsionou os contratos da Petrobras.
Após dois navios comerciais e um petroleiro serem atingidos por mísseis iranianos no começo desta semana na região do Estreito de Ormuz, os Estados Unidos atacaram na véspera mais de 80 alvos militares no país persa.
Além disso, em discurso concedido ontem a noite, o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que o memorando de entendimento assinado com o Irã, que previa o fim do conflito entre as partes, está “encerrado”, acrescentando que o diálogo com Teerã não vai continuar.
Na agenda econômica, destaque para a ata da última reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) do Federal Reserve (Fed), agendada para ser publicada às 15h. O documento deve trazer sinais mais claros sobre a política de juros do novo presidente da instituição, Kevin Warsh.
Por aqui, o dia é marcado pela ausência de indicadores econômicos.
Com isso, investidores brasileiros seguem com as atenções voltadas ao terceiro dia das audiências públicas promovidas pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), que avalia a proposta de aplicação de tarifas adicionais de 25% sobre produtos brasileiros com base na Seção 301 da Lei de Comércio norte-americana.