O Ibovespa encerrou esta quinta-feira (13) com leve baixa de 0,23%, aos 167.100,95 pontos, com desvalorização na parcial da semana de 3,14%. Durante o pregão, o principal indicador da Bolsa Brasileira (B3) alcançou uma máxima de 168.515,49 pontos e uma mínima de 166.196,92 pontos.
Entre as empresas de maior peso na composição da B3, a Vale (VALE3) caiu 1,75%, enquanto as ações da Petrobras (PETR3; PETR4) avançaram 0,60% e 0,99%, respectivamente.
Os grandes bancos terminaram o dia sem direção definida: o Banco do Brasil (BBAS3) fechou com expressiva baixa de 4,16%; o Itaú (ITUB4) desvalorizou 0,31%; e o Bradesco (BBDC4) encerrou com queda de 0,48%. Por outro lado, o Santander (SANB11) anotou avanço de 0,71%; o BTG Pactual (BPAC11) registrou alta de de 1,29%;
Em Wall Street, os principais indicadores acionários fecharam em campo positivo. O Dow Jones Industrial Average (DJIA) fechou com leve alta de 0,13%, aos 53.840,21 pontos; o S&P 500 avançou 0,66%, aos 7.799,19 pontos; o Nasdaq encerrou em alta moderada de 0,81%, aos 26.803,02 pontos.
Neste pregão, os investidores mantiveram uma postura de cautela diante da aproximação das eleições presidenciais e das preocupações com o cenário fiscal brasileiro. A queda dos preços do petróleo no mercado internacional também retirou parte do suporte ao real.
Entre os indicadores econômicos, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que as vendas no varejo cresceram 0,5% em junho frente a maio, na série com ajuste sazonal, após avanço de 0,3% no mês anterior. O resultado superou a expectativa do mercado, de alta de 0,3%.
Com isso, a média móvel trimestral recuou 0,3% no trimestre encerrado em junho, após queda de 0,2% no período terminado em maio.
Na Bolsa Brasileira (B3), o mercado acionário operou sob pressão diante da repercussão dos balanços corporativos. As ações da Sabesp ficaram entre as principais influências negativas após a divulgação dos resultados do segundo trimestre, enquanto o Banco do Brasil também repercutiu indicadores de inadimplência ainda pressionados.
No exterior, as atenções se voltaram para os novos indicadores econômicos dos Estados Unidos. O Índice de Preços ao Produtor (PPI) ficou estável em julho, após queda de 0,1% em junho, segundo o Departamento do Trabalho (DOL). O mercado esperava alta de 0,2%.
Além disso, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego somaram 209 mil na semana encerrada em 6 de agosto, ante 200 mil na semana anterior.
Após a divulgação dos indicadores mais recentes de atividade e inflação, os investidores reduziram as apostas em uma alta dos juros pelo Federal Reserve (Fed) em setembro. O mercado passou a precificar uma probabilidade de 65% de manutenção das taxas no próximo mês, ante 50% na quarta-feira.