Às 11h (horário de Brasília) desta quinta-feira (9), o Ibovespa registrava leve alta de 0,25%, aos 171.074,91 pontos, mas com perda acumulada de 1,72% na parcial da semana. Na véspera (8), o principal indicador da Bolsa Brasileira (B3) caiu 0,79%, aos 170.653,45 pontos.

Neste pregão, o mercado brasileiro opera em menor liquidez devido ao feriado da Revolução Constitucionalista no estado de São Paulo, principal centro financeiro do país. A agenda econômica se encontra esvaziada por aqui e, com isso, investidores voltam suas atenções para o exterior.

Entre as empresas de maior peso na composição da B3, a Vale (VALE3) caía pouco mais de 0,50%, enquanto as ações da Petrobras (PETR3; PETR4) subiam cerca de 0,15%. O setor bancário operava em campo positivo.

Em Wall Street, os principais índices acionários apresentavam ganhos. O Dow Jones Industrial Average subia 0,13%, aos 52.415,52 pontos; o S&P 500 se valorizava 0,44%, aos 7.515,35 pontos; e o Nasdaq avançava 0,63%, aos 26.029,20 pontos.

Conforme prometido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após decretar o fim do acordo de cessar-fogo no Oriente Médio, forças armadas norte-americanas retomaram ataques contra o Irã na noite de ontem.

A Guarda Revolucionária do país persa, por sua vez, iniciou um ataque “massivo” contra bases militares dos EUA na região. O Catar, o Kuwait e o Bahrein já anunciaram mais cedo que interceptaram alguns míssis iranianos.

Há pouco, o Departamento do Trabalho dos EUA informou que o país registrou 215 mil novos pedidos de auxílio-desemprego na semana encerrada em 4 de julho. O resultado veio abaixo das 218 mil solicitações esperadas pelo mercado, e representa um recuo de 2 mil pedidos em relação à semana anterior (dado revisado de 215 mil para 217 mil).

Segue repercutindo ainda entre os investidores também a ata da reunião de 16 e 17 de junho do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc), do Federal Reserve (Fed), que foi divulgada na véspera. O documento mostrou que os dirigentes se mantêm preocupados com a persistência da inflação, apesar de reconhecerem que a economia e o mercado de trabalho norte-americanos continuam resilientes.