Às 10h05 (horário de Brasília) desta segunda-feira (27), o contrato de maio do milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) subia 2,25 pontos e 0,49%, cotado a US$ cents 457,25/bushel; o de julho avançava 2,75 pontos e 0,59%, a US$ cents 466,25/bushel.
Na sexta-feira (24), o vencimento de maio caiu 0,11%, a US$ cents 455,00/bushel, mas fechou a semana com ganho acumulado de 1,39%; o de julho recuou 0,05%, a US$ cents 463,50/bushel, com valorização semanal de 1,31%.
Investidores começam a semana atentos à previsão do tempo para o Corn Belt diante do início do plantio da safra 2026/27 de milho dos Estados Unidos.
Segundo informações divulgadas hoje pelo Departamento de Agricultura (USDA), uma massa de ar frio começou a avançar sobre o alto Meio-Oeste. No entanto, grande parte da região continua sob risco de novas tempestades severas, com ventos fortes, granizo de grande porte e tornados isolados. “Entre as áreas de maior preocupação com enchentes repentinas e tempestades destrutivas estão os vales do médio Mississippi e do baixo Missouri”, aponta o órgão.
No final do dia, o USDA divulgará o boletim atualizado com os estágios e condições das lavouras norte-americanas. Daqui a pouco, sai o relatório semanal de embarques, importante indicador da demanda internacional pelo cereal dos EUA.
O petróleo, que exerce influência direta sobre a competitividade do etanol norte-americano produzido à base de milho, avançava mais de 2% nesta manhã, com o mercado repercutindo a falta de progresso nas negociações entre os Estados Unidos e o Irã por um cessar-fogo no Oriente Médio.
No radar, o desenvolvimento da safra de inverno no Centro-Sul do Brasil e o andamento da colheita na Argentina.