Há quase um mês, desencadeou-se no Oriente Médio um novo conflito armado direto, após ataques conjuntos coordenados pelos Estados Unidos com Israel contra o Irã. A reação do país persa tem envolvido outros países da região e afetado o mundo todo com o fechamento do Estreito de Ormuz, importante passagem para o comércio marítimo global.
Esse conflito se soma à invasão da Ucrânia pela Rússia, que se arrasta há quatro anos e tem colocado em risco rotas de comércio no Mar Negro.
Diante desse cenário de instabilidade, a DATAGRO produziu um estudo que busca detalhar os principais números envolvendo a relevância do Brasil na produção e exportação de produtos agropecuários, e a sua potencial vulnerabilidade em relação às exportações para países ou regiões nestas duas zonas de conflito.
A pesquisa está disponível de forma gratuíta no Portal da DATAGRO, visando contribuir para um melhor entendimento do agronegócio no Brasil e suas relações com o mundo.
Em linhas gerais, a consultoria aponta que os produtos mais vulneráveis são o milho, as aves e o açúcar, mas estes produtos podem encontrar destinações alternativas, como o etanol, no caso do milho, e outros destinos de exportação, no caso das aves e do açúcar.
“Embora o Brasil seja o maior, ou se coloque dentre os maiores produtores globais de commodities agrícolas, sua vulnerabilidade a essas duas regiões em conflito pode ser considerada relativamente baixa, graças à diversidade de seus destinos”, afirma a DATAGRO.
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