As exportações de cafés especiais, que têm qualidade superior ou algum tipo de certificado de práticas sustentáveis, atingiram 754.737 sacas no primeiro bimestre, representando 14,8% do total do produto embarcado pelo Brasil no período, informa balanço do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).
Segundo o conselho, a receita cambial dessa modalidade foi de US$ 160,6 milhões, correspondendo a 17,8%% do total gerado com os valores de exportação. O preço médio dos cafés diferenciados foi de US$ 212,73.
No que diz respeito aos destinos, de acordo com o Cecafé, os Estados Unidos foram o país que mais recebeu cafés diferenciados do Brasil no acumulado de janeiro a fevereiro, com 142.323 sacas exportadas, sendo 19% do total de cafés com essa característica. A Bélgica ficou na segunda posição, com 15% (109.460 sacas), seguida por Alemanha, com 13% (101.565 sacas), Itália, com 11% (86.780 sacas), e Japão com 11% (84.558 sacas).