O dólar comercial encerrou essa quinta-feira (9) em leve baixa de 0,49%, cotado a R$ 5,1220, com perda acumulada de 0,85% na parcial da semana. Na mínima do dia, o câmbio caiu a R$ 5,1120; na máxima, subiu a R$ 5,1550.
O Ibovespa anotou forte avanço de 1,22%, aos 172.742,13 pontos, mas com perda parcial acumulada de 0,76% na semana. Durante o pregão, o principal indicador da Bolsa Brasileira (B3) alcançou uma máxima de 172.932,89
pontos; já na mínima, o índice recuou aos 170.652,87 pontos.
Neste pregão, o mercado brasileiro operou em menor liquidez devido ao feriado da Revolução Constitucionalista no estado de São Paulo, principal centro financeiro do país. A agenda econômica esteve esvaziada por aqui e, com isso, investidores voltaram com suas atenções para o exterior.
Em Wall Street, os principais índices acionários anotaram ganhos. O Dow Jones Industrial Average subiu 0,27%, aos 52.487,41 pontos; o S&P 500 se valorizou 0,81%, aos 7.543,64 pontos; e o Nasdaq avançou 1,30%, aos 26.029,20 pontos.
Conforme prometido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após decretar o fim do acordo de cessar-fogo no Oriente Médio, forças armadas norte-americanas retomaram hoje ataques contra o Irã.4
A Guarda Revolucionária do país persa, por sua vez, iniciou um ataque “massivo” contra bases militares dos EUA na região. O Catar, o Kuwait e o Bahrein anunciaram mais cedo que interceptaram alguns míssis iranianos.
Pela manhã, o Departamento do Trabalho dos EUA informou que o país registrou 215 mil novos pedidos de auxílio-desemprego na semana encerrada em 4 de julho. O resultado veio abaixo das 218 mil solicitações esperadas pelo mercado, e representa um recuo de 2 mil pedidos em relação à semana anterior (dado revisado de 215 mil para 217 mil).
Além disso, seguiu repercutindo ainda entre os investidores também a ata da reunião de 16 e 17 de junho do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc), do Federal Reserve (Fed), que foi divulgada na véspera. O documento mostrou que os dirigentes se mantêm preocupados com a persistência da inflação, apesar de reconhecerem que a economia e o mercado de trabalho norte-americanos continuam resilientes.