Às 9h30 (horário de Brasília) desta terça-feira (4), o dólar comercial operava em estabilidade com viés de alta (+0,04%), cotado a R$ 5,0870. Ontem (3), o câmbio subiu 0,32%, a R$ 5,0850.
Neste pregão, as atenções dos investidores estão voltadas para novos dados do setor laboral norte-americano. Daqui a pouco, o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos (DOL) divulga o relatório Jolts, mostrando o número de vagas de trabalho que estavam em aberto em junho.
Por aqui, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou mais cedo que a produção industrial do Brasil teve uma variação mensal negativa de 1,8% em junho de 2026, ante queda de 0,9% em maio (dado revisado de -0,2%). A expectativa do mercado era de uma retração de 0,7%.
Em relação a junho de 2025, a indústria cresceu 1,7%, após variação de 0,2% em maio. O desempenho anual também veio pior do que o esperado pelo mercado (+3,0%).
Além disso, tem início a reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central para deliberar sobre o futuro da taxa básica de juros do Brasil, atualmente em 14,25% ao ano. O resultado sairá amanhã (5), com investidores esperando por mais um corte de 0,25 ponto percentual.
No radar, novos desdobramentos do conflito no Oriente Médio envolvendo os EUA e o Irã e os impactos nos preços do petróleo.