Às 9h10 (horário de Brasília) desta segunda-feira (6), o dólar comercial apresentava leve alta de 0,10%, cotado a R$ 5,1710. Na sexta-feira (3), o câmbio caiu 0,79%, a R$ 5,1660, fechando a semana no zero a zero.
O DXY – índice que compara a força do dólar com as principais moedas globais – subia 0,23%.
Nesta manhã, os investidores monitoram o início das audiências públicas promovidas pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), etapa considerada decisiva na investigação comercial americana que propõe uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros.
A expectativa é que diversas empresas, associações, governos e outras partes interessadas apresentem seus argumentos antes da decisão final do governo dos EUA, que deve sair até o dia 15. O governo do presidente Lula aposta em uma nova reunião com o representante comercial, Jamieson Greer, antes desse prazo.
Na agenda de indicadores econômicos, o Banco Central divulgou uma nova edição do Boletim Focus, com projeções do mercado financeiro coletadas até a última sexta-feira (3). A mediana das estimativas para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2026 caiu de 5,33% para 5,30%, enquanto a de 2027 foi elevada de 4,17% para 4,18%.
A projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026 foi mantida em 1,99%, assim como a estimativa para a Selic, que ficou em 14,00% ao ano.
Para o restante da semana, os destaques ficam com a ata da última reunião de juros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) do Federal Reserve (Fed), agendada para sair quarta-feira (8), e o IPCA de junho do Brasil, programado para sexta-feira (10).