Às 9h15 (horário de Brasília) desta sexta-feira (26), o dólar comercial apresentava leve baixa de 0,21%, cotado a R$ 5,1650, estável no acumulado parcial da semana. Ontem (25), o câmbio caiu 0,42%, a R$ 5,1760.

O DXY – índice que compara a força do dólar com as principais moedas globais – recuava 0,23%.

Após uma bateria de dados divulgada na véspera, como a prévia da inflação no Brasil – que indicou novas altas nos preços em junho –, o mercado volta hoje suas atenções para novos números do setor de emprego.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou há pouco que a taxa de desocupação ficou em 5,6% no trimestre encerrado em maio de 2026, estável frente ao trimestre de dezembro de 2025 a fevereiro de 2026 (5,8%) e 0,6 ponto percentual abaixo na comparação com trimestre móvel de março a maio de 2025 (6,2%).

Nos Estados Unidos, após o resultado robusto do Produto Interno Bruto (PIB) do trimeiro trimestre divulgado na véspera, o dia hoje será marcado pela divulgação da confiança do consumidor da Universidade de Michigan e por discursos de membros votantes do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc).

Falam hoje Neel Kashkar, presidente do Federal Reserve (Fed) de Minneapolis, e John Williams, chairman do Fed de Nova York, podendo dar novas sinalizações sobre o futuro dos juros norte-americanos.

No radar, a retomada do fluxo no Estreito de Ormuz, conforme avançam as negociações entre Estados Unidos e Irã por um cessar-fogo permanente no Oriente Médio.