Às 9h12 (horário de Brasília) desta quarta-feira (6), o dólar comercial operava em estabilidade com viés de alta (+0,02%), cotado a R$ 4,9110, mas com perda acumulada de 0,87% na semana. Na véspera (5), o câmbio cedeu 1,11%, a R$ 4,9100, o menor patamar desde janeiro de 2024.
Em dia de agenda econômica mais enfraquecida, o mercado segue de olho nos desdobramentos do conflito no Oriente Médio. Mais cedo, a Reuters informou, citando uma fonte paquistanesa, que os Estados Unidos e o Irã estão próximos de um acordo de paz preliminar no Estreito de Ormuz.
De acordo com o veículo, o país norte-americano aguarda o retorno da administração de Teerã sobre vários pontos-chave da negociação nas próximas 48 horas. As fontes afirmam que essa é a primeira vez que as partes estão mais próximas de um acordo desde o início do conflito. Os preços do petróleo recuam quase 10% diante dessas informações, o que ajuda a aliviar os temores de inflação.
Daqui a pouco, a S&P Global irá divulgar o Índice de Gerentes de Compras (PMI) de Serviços e Composto do Brasil, referentes ao mês de abril.
Nos Estados Unidos, a Automatic Data Processing (ADP) reportou que as empresas privadas norte-americanas criaram 109 mil postos de trabalho no mês passado, resultado abaixo das 118 mil vagas esperadas pelo mercado, mas acima das 61 mil criadas em março (dado revisado de 62 mil).