dólar comercial encerrou essa sexta-feira (26) em leve baixa de 0,19%, cotado a R$ 5,1660, mas com avanço de 0,02% na semana. Na mínima do dia, o câmbio caiu a R$ 5,1540; na máxima, subiu a R$ 5,1860.

Neste pregão, o longo da sessão, os investidores repercutiram novos indicadores da economia brasileira, com destaque para os dados do mercado de trabalho divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o levantamento, a taxa de desocupação ficou em 5,6% no trimestre encerrado em maio de 2026, permanecendo praticamente estável em relação ao trimestre encerrado em fevereiro (5,8%) e recuando 0,6 ponto percentual na comparação com o mesmo período do ano anterior, quando o índice era de 6,2%.

Na véspera, o IBGE também informou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado uma prévia da inflação oficial, avançou 0,41% em junho. Com o resultado, a inflação acumulada em 12 meses passou para 4,80%.

Os dois indicadores seguem no radar dos investidores por influenciarem as expectativas para os próximos passos da política monetária do Banco Central (BC) na condução da taxa Selic.

Também nesta sexta-feira, o Tesouro Nacional informou que a Dívida Pública Federal alcançou R$ 9,033 trilhões em maio, alta de 2,66% em relação ao mês anterior.

A Dívida Pública Mobiliária Federal interna avançou 2,72%, para R$ 8,692 trilhões, enquanto a dívida externa cresceu 1,37%, totalizando R$ 340,49 bilhões.

No exterior, Wall Street encerrou o dia sem direção única. As ações de empresas ligadas ao setor de semicondutores e inteligência artificial registraram fortes perdas, enquanto papéis do segmento de saúde, liderados pela Moderna, avançaram.

No mercado de energia, o petróleo fechou em queda e acumulou desvalorização próxima de 10% na semana. O movimento refletiu a normalização do fluxo de embarcações pelo Estreito de Ormuz e o aumento da oferta de petróleo iraniano no mercado internacional, reduzindo os prêmios de risco associados ao conflito no Oriente Médio.