O dólar comercial terminou essa terça-feira (25) em leve baixa de 0,19%, cotado a R$ 5,1400. Na mínima do dia, o câmbio caiu a R$ 5,1380; na máxima, foi a R$ 5,1640.
Neste pregão, sem grandes movimentações no Brasil e no exterior, os agentes do mercado acompanharam os desdobramentos do embate entre os Estados Unidos e o Irã no Oriente Médio, com Washington optando por uma abordagem de pressão econômica contra Teerã, o que reduziu parte da ansiedade do mercado de petróleo e contribuiu para queda da matriz energética no mercado internacional.
Enquanto isso, em Wall Street, os investidores aguardam a divulgação dos resultados da Nvidia e do índice de preços de despesas de consumo pessoal (PCE), ambos previstos para quarta-feira (26).
As atenções também se voltam para o simpósio anual do Federal Reserve (Fed) em Jackson Hole, Wyoming. O presidente da instituição, Kevin Warsh, deve discursar na sexta-feira (28), em um momento de atenção redobrada aos rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano de longo prazo.
Por aqui, o maior destaque ficou para as falas do ministro da Fazenda, Dario Durigan, que afirmou na véspera (24) que o projeto da Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027 está bem encaminhado dentro do governo. Segundo ele, o salário mínimo para o próximo ano foi definido em R$ 1.741, considerando os reajustes previstos na legislação.
Entre os indicadores domésticos, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC), calculado pelo FGV IBRE, recuou 3,6 pontos em agosto, para 84,7 pontos, menor nível desde novembro de 2022, quando estava em 83,5 pontos. Na média móvel trimestral, o indicador caiu 1,4 ponto, para 87,2 pontos.