dólar comercial terminou essa quinta-feira (13) em leve alta de 0,27% cotado a R$ 5,1910, com ganho semanal acumulado de 2,16%. Na máxima do dia, o câmbio alcançou R$ 5,1980; na mínima caiu a R$ 5,1750.

Neste pregão, os investidores mantiveram uma postura de cautela diante da aproximação das eleições presidenciais e das preocupações com o cenário fiscal brasileiro. A queda dos preços do petróleo no mercado internacional também retirou parte do suporte ao real.

Entre os indicadores econômicos, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que as vendas no varejo cresceram 0,5% em junho frente a maio, na série com ajuste sazonal, após avanço de 0,3% no mês anterior. O resultado superou a expectativa do mercado, de alta de 0,3%.

Com isso, a média móvel trimestral recuou 0,3% no trimestre encerrado em junho, após queda de 0,2% no período terminado em maio.

Na Bolsa Brasileira (B3), o mercado acionário operou sob pressão diante da repercussão dos balanços corporativos. As ações da Sabesp ficaram entre as principais influências negativas após a divulgação dos resultados do segundo trimestre, enquanto o Banco do Brasil também repercutiu indicadores de inadimplência ainda pressionados.

No exterior, as atenções se voltaram para os novos indicadores econômicos dos Estados Unidos. O Índice de Preços ao Produtor (PPI) ficou estável em julho, após queda de 0,1% em junho, segundo o Departamento do Trabalho (DOL). O mercado esperava alta de 0,2%.

Além disso, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego somaram 209 mil na semana encerrada em 6 de agosto, ante 200 mil na semana anterior.

Após a divulgação dos indicadores mais recentes de atividade e inflação, os investidores reduziram as apostas em uma alta dos juros pelo Federal Reserve (Fed) em setembro. O mercado passou a precificar uma probabilidade de 65% de manutenção das taxas no próximo mês, ante 50% na quarta-feira.