Às 9h03 (horário de Brasília) desta sexta-feira (14), o dólar comercial registrava leve baixa de 0,29%, cotado a R$ 5,1760, mas com ganho acumulado de 1,85% na parcial da semana. Na véspera (13), o câmbio subiu 0,27% a R$ 5,1910.
O DXY – índice que compara a força do dólar diante das principais moedas globais – recuava 0,32%.
Nesta manhã, os investidores brasileiros seguem atentos ao noticiário político. A Quaest divulga daqui a pouco uma nova pesquisa de intenções de voto para a eleição presidencial de 2026, encomendada pelo Grupo Globo.
O levantamento considera, no primeiro turno, os 13 candidatos formalizados em convenções partidárias e apresenta quatro possíveis cenários para o segundo turno.
Nos Estados Unidos, o sentimento dos investidores era positivo, apoiado pela retomada do apetite por ações ligadas à inteligência artificial e pelos dados recentes de inflação. Os números reduziram as apostas em uma alta dos juros pelo Federal Reserve (Fed) em setembro.
Na agenda econômica norte-americana desta sexta-feira, o mercado aguarda a divulgação das vendas no varejo e das expectativas de inflação da Universidade de Michigan, indicadores que podem fornecer novos sinais sobre a atividade econômica e a trajetória dos juros.
No mercado de energia, o petróleo caminhava para encerrar a semana em alta diante do aumento das tensões envolvendo Estados Unidos e Irã. A possibilidade de manutenção do bloqueio naval norte-americano elevou as preocupações com eventuais interrupções no fornecimento de petróleo do Oriente Médio.
O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que novas medidas contra o Irã deverão ser anunciadas na próxima semana, reforçando a cautela dos investidores em relação ao conflito.