Às 9h07 (horário de Brasília) desta quarta-feira (13), o dólar comercial registrava leve alta de 0,16%, cotado a R$ 4,9010, com ganho na parcial da semana de 0,18%.
Na véspera (12), o câmbio fechou em estabilidade com viés de alta (+0,08%), cotado a R$ 4,8930.
O DXY – índice que compara a força do dólar com as principais moedas mundiais – avançava 0,17%.
Nesta manhã, os investidores acompanham o encontro entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu homólogo chinês, Xi Jinping. O republicano desembarca hoje no país asiático acompanhado de grandes CEOs norte-americanos para uma série de reuniões, que se estenderão até sexta-feira (15).
“Pedirei ao Presidente Xi Jinping, um líder de extraordinária distinção, que abra a China para que essas pessoas brilhantes possam fazer sua mágica e ajudar a levar a República Popular da China a um nível ainda mais alto”, afirmou Trump em publicação nas redes sociais.
Além das discussões comerciais, as negociações devem abordar temas sensíveis, como a guerra envolvendo o Irã e a venda de armas dos EUA para Taiwan.
O mercado também monitora discursos de dirigentes do Federal Reserve (Fed), incluindo Susan Collins, Lorie Logan e Neel Kashkari, e a divulgação do Índice de Preços ao Produtor (IPP) dos EUA de abril.
Além disso, o Senado norte-americano adiou para hoje a votação da indicação de Kevin Warsh para comandar o Fed. O mandato do atual presidente da instituição, Jerome Powell, termina em 15 de maio.
No Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o volume de vendas do comércio varejista avançou 0,5% em março na série com ajuste sazonal, acima da expectativa do mercado, que projetava estabilidade. Em fevereiro, o indicador havia registrado alta de 0,7%, dado revisado de 0,6%.
No campo político, pesquisa Genial/Quaest apontou empate no segundo turno entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro. O levantamento mostrou Lula com 42% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro com 41%.
No radar internacional, os investidores seguem atentos aos preços do petróleo diante da continuidade do fechamento do Estreito de Ormuz.