Às 9h15 (horário de Brasília) desta quarta-feira (12), o dólar comercial anotava leve queda de 0,12%, cotado a R$ 5,1540, mas com ganho acumulado de 1,44% na parcial da semana. Na véspera (11), o câmbio subiu 1,04%, a R$ 5,1600.
O DXY – índice que compara a força do dólar diante das principais moedas globais – operava em estabilidade com viés de baixa (-0,04%).
O mercado aguarda pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) dos Estados Unidos, que será publicado às 9h30 pelo Departamento do Trabalho (DOL). O indicador deve servir como base para balizar as expectativas dos investidores pelos próximos passos do Federal Reserve (Fed), após dados da semana passada indicarem um mercado de trabalho mais fraco no país norte-americano.
Ainda no exterior, o conflito no Oriente Médio segue sendo monitorado de perto. Segundo informações da Bloomberg, o presidente dos EUA, Donald Trump, reivindicou o controle do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas para o comércio de petróleo na região. O Irã, no entanto, continua a fazer ataques a navios que transitam pelo canal.
Por aqui, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o volume de serviços no Brasil ficou estável em junho de 2026 frente ao mês imediatamente anterior, após ter registrado variação negativa de 0,2% em maio (revisado de -0,4%).
Dessa forma, o setor de serviços se encontra 19,9% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e fica, em junho de 2026, 0,3% abaixo do topo da série histórica, alcançado em outubro de 2025.
A corrida eleitoral e novas pesquisas de intenção de voto seguem sendo monitoradas de perto.