Às 9h10 (horário de Brasília) desta quarta-feira (5), o dólar comercial operava em leve baixa de 0,27%, cotado a R$ 5,1130, mas com ganho acumulado de 0,90% na parcial da semana. Ontem (4), o câmbio subiu 0,83%, a R$ 5,1270.

O DXY – índice que compara a força do dólar diante das principais moedas globais – caía 0,16%.

Neste pregão, o foco dos investidores está voltado para o segundo dia de reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) que irá deliberar sobre o futuro da Selic. O resultado sairá após às 18h30.

Com um corte de 0,25 ponto percentual – para 14,00% ao ano – já praticamente certo, o mercado buscará por pistas no comunicado para estimar se pode haver mais uma redução em setembro ou se a pausa deve se impor a partir desta reunião.

Na agenda de indicadores macroeconômicos, destaque para os dados da Automatic Data Processing (ADP) sobre a criação de empregos nos Estados Unidos em julho. O número é considerado uma prévia do payroll, dados oficiais que serão publicados pelo Departamento do Trabalho (DOL) na sexta-feira (7).

Além disso, a S&P Global divulgará o Índice de Gerentes de Compras (PMI) Composto e de Serviços do Brasil e dos EUA referente ao mês passado.

No radar, os sinais de que um acordo entre o país norte-americano e o Irã pode sair em breve. Hoje mais cedo, o presidente Donald Trump afirmou que um tratado para a reabertura do Estreito de Ormuz, importante rota marítima da região, pode ser anunciado nos próximos dias. O Irã, no entanto, segue contradizendo o republicano.