Às 9h15 (horário de Brasília) desta terça-feira (1º), o dólar comercial apresentava leve alta de 0,29%, cotado a R$ 5,1960. Na véspera (31), o câmbio caiu 0,25%, a R$ 5,1810, fechando o mês de agosto com ganho acumulado de 2,21%.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divugou há pouco que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026 frente aos três meses imediatamente anteriores, superando a projeção dos analistas (+0,4%). Em relação ao 2º trimestre de 2025, a economia brasileira avançou 2,0%.

Investidores também monitoram a proposta do Orçamento de 2027 enviada ontem pelo governo ao Congresso. O texto prevê um superávit de R$ 18,6 bilhões, o primeiro saldo positivo das contas públicas após quatro anos de déficit, embora as regras do arcabouço fiscal ainda permitam resultado negativo sem descumprimento da meta.

Dentro do Congresso, também são aguardadas votações de medidas provisórias sobre o fim da “taxa das blusinhas”, mudanças nas regras de trânsito, crédito para motoristas e motociclistas, além de propostas relacionadas ao INSS e ao adicional de fronteira.

Daqui a pouco, a S&P Global publicará o Índice de Gerentes de Compras (PMI) Industrial do Brasil e dos Estados Unidos referente ao mês de agosto. Ainda no país norte-americano, o dia será marcado pela divulgação do relatório Jolts de julho pelo Departamento do Trabalho.

No radar, a nova escalada dos preços do petróleo, após a retomada dos ataques diretos entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio.