O contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) fechou esta terça-feira (9) em leve baixa de 0,23%, cotado a R$ 65,25/saca; o vencimento de setembro, por outro lado, terminou em estabilidade com viés de alta (+0,01%), a R$ 67,46/sc.

Os preços do cereal fecharam o dia sem direção definida, com o mercado de olho no início da colheita da segunda safra no Centro-Sul do Brasil. Levantamento realizado pela DATAGRO Grãos até a última sexta-feira (5) mostra que os trabalhos chegaram a 3,3% da área culivada, com o Mato Grosso Grosso e o Paraná liderando os esforços de colheita.

O dólar operou volátil durante todo o pregão. Próximo ao encerramento das negociações na B3, o câmbio apresentava estabilidade viés de baixa, a R$ 5,18. Na Bolsa de Chicago, o contrato mais ativo do cereal terminou o dia em leve alta, enquanto os demais futuros anotaram perdas.

A previsão do tempo para o Centro-Sul do Brasil nas próximas semanas será monitorada de perto, tendo em vista que os trabalhos de colheita devem se intensificar, coforme as lavouras entram em fase final de desenvolvimento.