O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), avançou 2,0 pontos na passagem de fevereiro para março, encerrando o ciclo de duas quedas mensais consecutivas e chegando ao seu maior nível desde dezembro de 2025.
Na média móvel trimestral, o índice recuou 0,3 ponto, para 87,2 pontos.
“A alta da confiança em março foi impulsionada pela melhora das expectativas para os próximos meses e disseminada entre as faixas de renda, com exceção aos consumidores que recebem acima de R$ 9.600,00. Entre os quesitos, o indicador que mede a percepção financeira futura das famílias foi o que mais contribuiu para o resultado agregado, num movimento de redução do pessimismo das finanças pessoais” afirma Anna Carolina Gouveia, economista do FGV IBRE.
“Fatores como a manutenção do emprego e da renda, controle da inflação e redução recente das taxas de juros, parecem ter influenciado positivamente a percepção sobre o horizonte futuros dos consumidores”, completa.