Às 9h50 (horário de Brasília) desta terça-feira (7), o contrato de maio do milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) operava em leve baixa de 1,75 ponto e 0,39%, cotado a US$ cents 452,25/bushel; o de julho recuava 2,00 pontos e 0,43%, a US$ cents 463,25/bushel.
Ontem (6), o vencimento de maio subiu 0,39%, a US$ cents 454,00/bushel; enquanto o de julho avançou 0,43%, a US$ cents 465,25/bushel.
Nesta manhã, os preços do grão eram pressionados pelo início adiantado do plantio nos Estados Unidos. Conforme divulgado na véspera pelo Departamento de Agricultura (USDA), a semeadura da safra 2026/27 chegou a 3% da área projetada até o último domingo (5), ritmo à frente dos 2% observado no mesmo período da temporada 2025/26 e na média dos últimos cinco anos.
O USDA projeta que os produtores norte-americanos irão plantar 38,58 milhões de hectares com milho na atual temporada, queda de 3% ante o ciclo anterior.
No entanto, maiores perdas eram limitadas pelo avanço do petróleo no mercado internacional, fator que aumenta a competitividade do etanol de milho. Além disso, o USDA divulgou ontem o relatório semanal de embarques, com o volume de milho superando as expectativas do mercado, o que indica uma demanda internacional aquecida pelo cereal dos EUA.
Agora, o foco se volta ao relatório mensal de oferta e demanda de abril (Wasde), agendado para sair na quinta-feira (9).
No radar, o desenvolvimento da segunda safra no Centro-Sul do Brasil e o progresso da colheita na Argentina, importantes players no mercado mundial de milho.