Às 10h (horário de Brasília) desta quinta-feira (21), os contratos de julho e setembro do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) apresentavam leve baixa de 1,25 ponto e 0,27%, cotados a US$ cents 464,50/bushel e a US$ cents 471,25/bushel, respectivamente. Na semana, por outro lado, os futuros acumulam ganhos próximos de 2%.
No último pregão (20), o vencimento de julho caiu 2,00%, a US$ cents 465,75/bushel, e o de setembro cedeu 1,87%, a US$ cents 472,50/bushel.
Nesta manhã, os preços do cereal eram pressionados pelo bom ritmo de plantio da nova safra nos Estados Unidos e pelo fortalecimento do dólar diante das principais moedas globais, com o DXY subindo 0,15%.
Após cair mais de 5% na véspera, o petróleo voltava a subir diante do posicionamento mais duro do Irã em relação ao urânio enriquecido, uma das principais exigências dos Estados Unidos nas negociações de paz no Oriente Médio. A valorização do preço do combustível fóssil eleva a competitividade do etanol norte-americano produzido à base de milho.
Há pouco, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) reportou que as vendas líquidas para exportação na safra 2025/26 totalizaram 2,125 milhões de toneladas na semana encerrada em 14 de maio, volume 71% acima da média das quatro semanas anteriores. Além disso, foram registradas vendas líquidas de 281,4 mil toneladas para entrega em 2026/27.
Mais tarde, o departamento reportará o Drought Monitor, indicando a incidência de seca sobre as lavouras norte-americanas.