Às 09h49 (horário de Brasília) desta terça-feira (30), o contrato de setembro do café arábica negociado na Bolsa Brasileira (B3) registrava expressiva alta de 3,65%, cotado a US$ 340,50 por saca de 60 kg. Já o vencimento de dezembro apresentava ganho de 3,84%, a US$ 335,15/sc.
Já na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), os ativos valorizavam 3,67% e 4,01%, cotados a US$ 288,00/sc e US$ 273,95/sc, nesta ordem.
Nesta manhã, os agentes do mercado repercutiam a notícia de que a colheita de café arábica no Cerrado Mineiro do Brasil segue atrasada em relação ao ano passado devido às chuvas de junho, que reduziram o ritmo dos trabalhos, dificultaram a secagem dos grãos e aumentaram a preocupação com a qualidade da safra.
No cenário internacional, estudo da European Coffee Federation (ECF) reforçou a importância da Europa para a cadeia cafeeira global, destacando que o bloco permanece como o maior mercado consumidor de café, respondendo por cerca de 24% do consumo mundial e tendo Brasil e Vietnã como seus principais fornecedores.