Café registra direções opostas na B3 na manhã desta 3ª feira

Às 10h00 (horário de Brasília) desta terça-feira (7), o contrato de setembro do café arábica negociado na Bolsa Brasileira (B3) apresentava leve baixa de 0,32%, cotado a US$ 393,35 por saca de 60 kg. Por sua vez, o vencimento de dezembro apresentava ganhos de 0,34%, a US$ 386,50/sc.

Na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), os ativos desvalorizavam 5,93% e 5,92%, cotados a US$ 329,20/sc e US$ 315,55/sc, nesta ordem.

Nesta manhã, os investidores promoviam ajustes nas posições após a valorização de quase 16% observada na sessão anterior, a maior alta diária dos contratos de café arábica desde 1994.

Segundo analistas, o movimento recente tem sido explicado principalmente por fatores financeiros, e não por mudanças nos fundamentos da oferta. A valorização foi impulsionada pelo aumento das posições compradas dos fundos de investimento e pelo fortalecimento do fluxo especulativo no mercado futuro.

No Brasil, os agentes também acompanharam os dados de comércio exterior. De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o país exportou 2,80 milhões de sacas de café verde em junho, volume 25,41% superior ao registrado no mesmo mês de 2025, considerando a média diária de embarques.