Às 11h05 (horário de Brasília) desta sexta-feira (26), o contrato de maio do café arábica negociado na Bolsa Brasileira (B3) apresentava moderada baixa de 0,98%, cotado a US$ 403,10 por saca de 60 kg. Já o vencimento de julho operava em estabilidade, a US$ 384,90/sc.
Na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), o contrato de maio recuava 0,73%, a US$ 305,40/sc, enquanto o de julho perdia de 0,71%, cotado a US$ 299,85/sc.
Nesta manhã, os agentes repercutiam novos dados e de estoques nos Estados Unidos e na Europa.
Enquanto que nos EUA houve um avanço dos estoques certificados da Nymex, com 549,71 mil sacas no fechamento de ontem, a EFC da Europa registrou queda tanto no Arábica quanto no Robusta em fevereiro.
Entre as variedades, o Arábica segue renovando mínimas dentro da série recente para o bloco, enquanto o Robusta, embora também se encontre em patamares historicamente reduzidos, apresenta um quadro relativamente menos pressionado.
Ademais, o Quênia firmou uma parceria com a Itália para a criação de um centro de treinamento em café no Instituto de Pesquisa do Café, em uma iniciativa voltada ao fortalecimento estrutural da cafeicultura no país africano. O projeto tem como foco elevar a produtividade, melhorar a qualidade dos grãos e ampliar a resiliência da produção diante dos impactos das mudanças climáticas, combinando capacitação técnica, pesquisa e cooperação internacional.