Às 09h42 (horário de Brasília) desta quarta-feira (27), o contrato de julho do café arábica negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em estabilidade, cotado a US$ 341,95 por saca de 60 kg. Já o vencimento de setembro recuava 0,62%, a US$ 319,50/sc.
Na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), os ativos equivalentes cediam 0,80% e 0,73%, cotados a US$ 271,80/sc e US$ 264,40/sc, respectivamente.
Nesta manhã, os agentes do mercado avaliam os efeitos das chuvas nas regiões produtoras do Brasil, onde trabalhos chegaram a 10% da área esperada, ritmo inferior ao observado ao ciclo anterior.
Nas Matas de Minas, a colheita varia entre 10% e 15% do volume esperado, enquanto no Cerrado Mineiro e em São Paulo os percentuais estão próximos de 5% e 10%, respectivamente. Em contrapartida, Rondônia apresenta ritmo mais adiantado na colheita de canéfora, com 50% a 60% do volume já colhido, dentro do padrão histórico do estado
Apesar do atraso pontual, as projeções para a safra permanecem favoráveis. A DATAGRO estima a produção nacional de arábica em 48 milhões de sacas em 2026, alta de 31,51% sobre o ciclo anterior.