Às 10h01 (horário de Brasília) desta quinta-feira (18), o contrato de julho do café arábica negociado na Bolsa Brasileira (B3) anotava forte alta de 1,48%, cotado a US$ 339,95 por saca de 60 kg. Já o vencimento de setembro avançava expressivos 2,08%, a US$ 333,40/sc.
Na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), os ativos equivalentes disparavam 2,56% e 1,99%, cotados a US$ 284,95/sc e US$ 277,30/sc, respectivamente.
Nesta manhã, os agentes do mercado repercutiam as notícias de atrasos na colheita da safra 2026/27 de café no Brasil. As atividades de campo somaram 15,8% da área de atuação da Cooxupé até 14 de junho, abaixo dos 17,8% observados no mesmo período de 2025 e dos 26,6% de 2024, refletindo as chuvas que limitaram os trabalhos de campo.
No viés econômico, o Federal Reserve (Fed) manteve os juros nos Estados Unidos e adotou postura cautelosa diante da inflação ainda acima da meta, enquanto o Copom, do Banco Central do Brasil (BC) reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, mas preservou um tom prudente sobre os próximos cortes.