Às 09h57 (horário de Brasília) desta quinta-feira (28), o contrato de julho do café arábica negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em estabilidade, cotado a US$ 341,70 por saca de 60 kg. Já o vencimento de setembro avançava 2,14%, a US$ 324,00/sc.
Na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), os ativos equivalentes avançavam 3,09% e 3,00%, cotados a US$ 278,20/sc e US$ 269,95/sc, respectivamente.
Nesta manhã, o mercado repercute a notícia de que a China passará a aceitar, a partir de 20 de julho de 2026, importações de grãos de café de países africanos que mantêm relações diplomáticas com Pequim, no âmbito da política de tarifa zero para produtos africanos.
A participação das empresas dependerá de solicitação via departamentos nacionais de comércio, aprovação pelo lado chinês e cumprimento de requisitos técnicos de produção, inspeção, quarentena fitossanitária e gestão pré-embarque.
Paralelamente, os investidores acompanham os trabalhos de campo da safra 2026/27 no Brasil, tendo em vista os efeitos climáticos registrados na última semana, que podem afetar a qualidade dos frutos.