Às 10h07 (horário de Brasília) desta segunda-feira (8), o contrato de julho do café arábica negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em estabilidade, cotado a US$ 306,00 por saca de 60 kg. Já o vencimento de setembro cedia moderados 0,44%, a US$ 294,20/sc.

Já na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), os ativos equivalentes apresentavam ganhos 0,77% e 0,50%, cotados a US$ 248,40/sc e US$ 243,30/sc, respectivamente.

Nesta manhã, os investidores acompanham o andamento da colheita da safra 2026/27 no Brasil, à medida que os agentes avaliam a demanda internacional pela commodity.

De acordo com monitoramento da Cooperativa Regional de Cafeicultores em Cooxupé, a colheita de café no Brasil nas áreas da cooperativa alcançou 8,9% da área cultivada até o dia 29 de maio. Entre as regiões monitoradas, o avanço mais expressivo foi registrado no estado de São Paulo, onde a colheita atingiu 14,8% da área.

No exterior, a Organização Internacional do Café (OIC) informou que as exportações mundiais de café atingiram 12,05 milhões de sacas em abril, sétimo mês da safra 2025/26, queda de 1% na comparação com igual mês de 2025.