Às 09h54 (horário de Brasília) desta terça-feira (19), o contrato de julho do café arábica negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em estabilidade, cotado a US$ 332,30 por saca de 60 kg. O vencimento de setembro apresentava leve alta de 0,21%, a US$ 314,05/sc.

Na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), o contrato de julho subia 1,36%, a US$ 267,80/sc, enquanto o de setembro valorizava 1,30%, cotado a US$ 260,10/sc.

Nesta manhã, os agentes do mercado repercutem a novos dados de exportação do Brasil. Segundo relatório de ontem (18) da Secretaria de Comércio Exterior do País, o Brasil exportou 1,47 milhões de sacas de café verde nos dez primeiros dias úteis de maio. O volume é equivalente a 51,73% do total embarcado em maio de 2025.

A receita, por sua vez, correspondeu a 43,16% do registrado no mesmo mês do ano anterior, refletindo a queda do preço médio de exportação, que foi cotado a US$ 356,77/sc, com recuo anual de 16,57%.

Já na Indonésia, o relatório adido do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou que a produção do país deve ser 11,38 milhões de sacas de 60 kg de café verde na safra 2026/27, uma queda de cerca de 8% ante as 12,37 milhões de sacas colhidas na temporada anterior.

Na demanda internacional, as exportações de café verde da Indonésia estão projetadas em 7 milhões de sacas em 2026/27, queda de 11% frente ao ciclo anterior.