Café arábica opera em alta na B3 e na Nymex na manhã desta 4ª feira

Às 9h18 (horário de Brasília) desta quarta-feira (3) o contrato de março do café arábica negociado na Bolsa Brasileira (B3) registrava leve alta de 0,15 ponto e 0,15%, cotado a US$ 461,15/saca de 60 kg; o vencimento de maio demonstrava estabilidade, cotado a US$ 448,05/sc.

Na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), o contrato de março do café arábica subia 0,20%, negociado a US$ 374,20/sc; o de maio avançava na mesma intensidade a US$ 356,90/sc.

Mais cedo, o presidente do Lula disse que os Estados Unidos devem anunciar em breve novas revogações de tarifas comerciais aplicadas ao Brasil. No mercado de café, o produto solúvel é o único que ainda sofre com a sobretaxa de 40% do governo norte-americano.

A previsão do tempo para as principais regiões cafeeiras do Brasil segue no radar, com o mercado atrás de pistas sobre o real tamanho da safra 2026/27.

A CFTC divulgou ontem (2) novos dados de Compromissos dos Investidores (COT), mostrando uma posição líquida comprada de 29,42 mil contratos de café arábica na semana encerrada em 21 de outubro, um avanço de 4,5% em relação à semana anterior. Devido ao shutdown, a CFTC está trabalhando com um cronograma especial de publicações.

O Vietnã espera a maior colheita de café robusta em quatro anos na safra 2025/26, apesar das chuvas intensas e das enchentes recentes. A produção prevista é de 31,67 milhões de sacas, alta de 10% em relação ao ciclo anterior. O avanço deve impulsionar também as exportações do país.