Café apresentava forte alta na B3 e na Nymex na manhã desta 4ª feira  

Às 09h49 (horário de Brasília) desta quarta-feira (1º), o contrato de setembro do café arábica negociado na Bolsa Brasileira (B3) apresentava forte alta de 1,70%, cotado a US$ 359,80 por saca de 60 kg. Já o vencimento de dezembro avançava 1,55%, a US$ 351,05/sc.

Na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), os ativos valorizavam 1,35% e 1,15%, cotados a US$ 300,45/sc e US$ 285,35/sc, nesta ordem.

Nesta manhã, os investidores repercutiam os novos dados sobre a colheita da safra 2026/27 no Brasil. Segundo levantamento da Cooxupé, os trabalhos alcançaram 24,9% da área de atuação da cooperativa, ritmo inferior ao observado no mesmo período da temporada passada, quando a colheita atingia 31,4%, e também abaixo da média dos últimos cinco anos, de 32,3%.

As condições climáticas seguem favorecendo os trabalhos no campo. De acordo com a Climatempo, o tempo seco deve predominar na maior parte das regiões produtoras ao longo desta semana, beneficiando tanto o avanço da colheita quanto a secagem dos grãos.

As chuvas mais significativas permanecem concentradas na Região Sul do país. Nas principais áreas cafeeiras do Sudeste, a previsão indica apenas pancadas isoladas e de baixo volume, principalmente a partir de sexta-feira (4).

Os modelos meteorológicos também apontam elevação das temperaturas durante o dia e ausência de episódios de frio intenso nas principais regiões produtoras.

Para a primeira quinzena de julho, a expectativa é de predominância de tempo seco, condição considerada favorável para o avanço da colheita e das atividades de pós-colheita, sem a frequência de chuvas observada ao longo de junho.