Às 10h19 (horário de Brasília) desta segunda-feira (18), o contrato de julho do café arábica negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em estabilidade, cotado a US$ 352,50 por saca de 60 kg. O vencimento de setembro apresentava leve baixa de 0,47%, a US$ 315,50/sc.

Na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), o contrato de julho subia 0,45%, a US$ 268,10/sc, enquanto o de setembro valorizava 0,37%, cotado a US$ 261,05/sc.

Nesta manhã, o mercado segue avaliando movimentos distintos entre as bolsas após as fortes perdas registradas nos últimos dias.

A entrada gradual da safra brasileira 2026/27 continua pressionando as cotações, à medida que compradores acompanham o avanço da colheita e o aumento da oferta no mercado físico.

Por outro lado, o ritmo lento de comercialização no Brasil limita movimentos mais agressivos de queda. Produtores seguem cautelosos nas vendas, monitorando as oscilações do dólar e o comportamento das bolsas internacionais.

As condições climáticas também permanecem no radar do setor. Áreas produtoras do Sudeste acompanham a chegada de novas instabilidades e a previsão de queda das temperaturas nos próximos dias, principalmente entre Minas Gerais e São Paulo.

Apesar disso, até o momento não há previsão de geadas para o cinturão cafeeiro brasileiro, fator que reduz preocupações imediatas com possíveis impactos sobre a produção.