Às 09h55 (horário de Brasília) desta quarta-feira (6), o contrato de julho do café arábica negociado na Bolsa Brasileira (B3) anotava moderada alta de 0,67%, cotado a US$ 358,85 por saca de 60 kg. No entanto, o vencimento de setembro recuava 1,10%, a US$ 337,50/sc.
Na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), o contrato de julho cedia 0,66%, a US$ 287,85/sc, enquanto o de setembro desvalorizava 0,71%, cotado a US$ 278,40/sc.
Nesta manhã, os agentes do mercado avaliam diferentes posições quanto ao caminho dos preços, tendo em vista as projeções de boa safra no Brasil, baixo nível dos estoques certificados na Bolsa de Nova York (ICE Futures) e pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio.
Quanto a demanda internacional, o Ministério da Agricultura, Indústria Animal e Pesca de Uganda reportou que o país exportou 671,15 mil sacas de 60 kg de café em março, um avanço de 2,9% em relação ao mesmo mês do ano anterior, sustentado por uma safra favorável
Em termos de receita, contudo, o desempenho foi mais fraco: o valor exportado atingiu US$ 173,37 milhões, recuo de 13,56% na comparação anual, refletindo a queda nos preços internacionais da commodity, com o preço médio alcançando US$ 258,60/saca.