Às 09h47 (horário de Brasília) desta quinta-feira (13), o contrato de setembro do café arábica negociado na Bolsa Brasileira (B3) anotava leve baixa de 0,23%, cotado a US$ 406,00 por saca de 60 kg. Já o vencimento de dezembro apresentava viés de baixa (-0,08%), a US$ 386,45/sc.
Na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), os ativos operam no campo negativo, com perda de 1,13% para o de setembro e o de dezembro, cotados a US$ 336,25/sc e a US$ 316,35/sc, nesta ordem.
Nesta manhã, os agentes do mercado repercutem a divulgação de dados econômicos do Brasil, além do avanço das exportações norte-americanas de café.
No Brasil, o café moído acumulou retração de 17,20% nos 12 meses até julho, a maior desde 1994, embora ainda insuficiente para compensar a alta de 99,49% registrada entre janeiro de 2024 e junho de 2025.
Nos Estados Unidos, as importações alcançaram 1,99 milhão de sacas em junho, com avanço de 2,60% na comparação mensal, mas ainda abaixo do ano anterior e da média dos últimos cinco anos. Paralelamente, o preço médio do café no varejo americano recuou pelo terceiro mês consecutivo em julho, para US$ 9,32/lb, incorporando, ainda que com alguma defasagem, a queda das cotações internacionais observada nos meses anteriores.