Café anota perdas na B3 e na Nymex na manhã desta 2ª feira

Às 10h21 (horário de Brasília) desta segunda-feira (1º), o contrato de julho do café arábica negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em estabilidade, cotado a US$ 341,95 por saca de 60 kg. Já o vencimento de setembro cedia 1,19%, a US$ 310,85/sc.

Na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), os ativos equivalentes recuavam 0,79% e 0,75%, cotados a US$ 263,50/sc e US$ 256,75/sc, respectivamente.

Nesta manhã, os agentes do mercado seguem de olho nas condições climáticas para as áreas produtoras de café no Brasil. Embora ainda não tenham sido registrados eventos generalizados de geadas severas nas principais regiões produtoras, a chegada de massas de ar frio ao Centro-Sul do país elevou o nível de monitoramento por parte dos participantes do mercado.

Paralelamente, a safra 2026/27 global de café deve registrar um superávit de 8,75 milhões de sacas, revertendo o déficit anotado nas cinco temporadas anteriores, aponta a primeira projeção da DATAGRO.

Segundo a consultoria, a expectativa mais otimista está atrelada à recuperação da oferta em importantes países produtores, acompanhada de melhora na relação entre estoque e consumo global, em linha com projeções recentes do Departament de Agricultura dos Estados Unidos.