Às 10h17 (horário de Brasília) desta quarta-feira (29), o contrato de julho do café arábica negociado na Bolsa Brasileira (B3) anotava estabilidade, cotado a US$ 357,70 por saca de 60 kg. O vencimento de setembro avançava 0,12%, a US$ 342,00/sc.
Na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), o contrato de julho subia 0,15%, a US$ 291,15/sc, enquanto o de setembro valorizava 0,18%, cotado a US$ 281,10/sc.
Nesta manhã, os agentes do mercado repercutiam aos novos dados de importação de café do Japão. Segundo o Ministério das Finanças do país, os desembarques em equivalente de grão verde, totalizaram 595,38 mil sacas em março, avanço de 3,22% em relação a fevereiro.
Apesar da melhora no fluxo mensal, o volume recuou 2,60% frente a março de 2025 e permaneceu pressionado em relação ao histórico recente, ficando 12,55% abaixo da média dos últimos cinco anos para o mês, o que limita o potencial de recomposição mais expressiva dos estoques internos.
No acumulado de 2026, porém, o fluxo segue positivo, com alta de 5,68%, totalizando 7,31 milhões de sacas frente ao mesmo período do ano anterior. Entre os três principais fornecedores do mercado japonês — Brasil, Vietnã e Colômbia — apenas o Brasil registrou crescimento no primeiro trimestre, com avanço de 13,80% nas exportações ao país, enquanto Vietnã e Colômbia recuaram 11,42% e 17,34%, respectivamente.