Às 10h47 (horário de Brasília) desta quarta-feira (8), o contrato de setembro do café arábica negociado na Bolsa Brasileira (B3) apresentava leve alta de 0,41%, cotado a US$ 378,00 por saca de 60 kg. O vencimento de dezembro apresentava ganhos de 0,49%, a US$ 368,30/sc.
Já na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), os ativos desvalorizavam 1,07% e 1,11%, cotados a US$ 314,20/sc e US$ 301,60/sc, nesta ordem.
Nesta manhã, o mercado repercuti a situação da colheita da safra colheita da safra 2026/27 de café no Brasil. Na área de atuação da Cooxupé, as atividades alcançaram 30,9% das áreas produtivas, após avançarem 6 pontos percentuais em uma semana. Na mesma altura da temporada passada, a colheita estava em 40,4%; na média das últimas cinco safras, em 40,7%.
Paralelamente, a indústria brasileira de café solúvel participou nesta terça-feira (7) de audiência pública conduzida pelo USTR, Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos no âmbito da investigação que pode resultar na imposição de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros. A estratégia adotada pelo setor, representado pela Abics com suporte da consultoria BMJ, concentrou os argumentos nos efeitos que uma eventual sobretaxa teria sobre a própria cadeia produtiva americana, e não apenas sobre as exportações brasileiras.