Às 10h25 (horário de Brasília) desta quarta-feira (5), o contrato de setembro do café arábica negociado na Bolsa Brasileira (B3) anotava moderada alta de 0,73%, cotado a US$ 395,05 por saca de 60 kg. Já o vencimento de dezembro apresentava sinal positivo de 1,29%, a US$ 377,30/sc.
Na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), os ativos operam em alta, com ganho de 1,13% para o de setembro, cotado a US$ 327,75/sc, e valorização de 1,36% para o dezembro, a US$ 313,00/sc.
Nesta manhã, os agentes do mercado repercutiam aos novos dados da Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocacer), que informou que a colheita da safra 2026/27 de café arábica na região chegou a 66% da área, até o dia 31 de julho.
Esse ritmo se encontra levemente atrasado na comparação com o mesmo período do ano passado, quando os trabalhos haviam alcançado 70%.
Em paralelo, estoques japoneses de café fecham junho com leve alta mensal, mas forte queda na comparação anual e bem abaixo da média histórica, reforçando o cenário de oferta internacional restrita. Brasil segue como principal origem do abastecimento, seguido por Vietnã, América Central, Colômbia e Indonésia.