Às 10h16 (horário de Brasília) desta quinta-feira (11), o contrato de julho do café arábica negociado na Bolsa Brasileira (B3) anotava ganhos de 0,66%, cotado a US$ 307,00 por saca de 60 kg. Já o vencimento de setembro subia 1,54%, a US$ 299,30/sc.
Na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), os ativos equivalentes apresentavam ganhos 0,76% e 0,92%, cotados a US$ 250,30/sc e US$ 246,85/sc, respectivamente.
Nesta manhã, os agentes de mercado reagiam aos novos dados de preço do café no varejo dos Estados Unidos. Segundo os dados do Federal Reserve Economic Data (FRED), o indicador atingiu US$ 9,51 por libra-peso, queda de 2,18% frente ao recorde de US$ 9,72/lb registrado em abril.
Apesar da primeira baixa mensal do ano, o movimento ainda não altera o quadro de preços elevados no mercado norte-americano. O indicador segue próximo ao maior nível da série histórica, refletindo o repasse defasado dos custos da matéria-prima, estoques mais ajustados e pressões acumuladas ao longo da cadeia de torrefação e distribuição.
Enquanto isso, no Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) elevou a sua projeção para a safra 2026/27 de café do País para 66,8 milhões de sacas de 60 kg, somando as variedades arábica e robusta. A estimativa anterior era de 66,1 milhões de sacas.