Às 09h55 (horário de Brasília) desta terça-feira (9), o contrato de julho do café arábica negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em estabilidade, cotado a US$ 307,00 por saca de 60 kg. Já o vencimento de setembro apresentava viés de alta (+0,05%), a US$ 292,85/sc.
Na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), os ativos equivalentes apresentavam ganhos 0,47% e 0,43%, cotados a US$ 247,05/sc e US$ 242,70/sc, respectivamente.
Nesta manhã, os agentes do mercado repercutiam aos novos dados de exportação de café do Brasil. Nos primeiros quatro dias úteis de junho, o Brasil exportou 779,88 mil sacas de café verde, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), obtendo uma receita total de US$ 268,60 milhões de dólares.
Estes valores correspondem a 34,96% do volume total exportado nos vinte dias úteis de junho de 2025 e 28,76% da receita obtida no mesmo período. Enquanto isso, o preço médio praticado alcançou US$ 344,42/saca, um recuo de 17,73% em relação aos US$ 418,67/saca registrados no ano anterior.
No cenário internacional, os desembarques chineses de café somaram 364,65 mil sacas de 60 kg em abril, registrando avanço de 4,68% em relação ao mês anterior e de 22,38% frente ao mesmo período de 2025.
O resultado reforça a manutenção de um ritmo firme de demanda pelo país, com o volume importado permanecendo 193,31% acima da média dos últimos cinco anos para o mês. No acumulado de 2026, as importações alcançaram 3,74 milhões de sacas, alta de 46,35% em comparação ao mesmo intervalo do ano anterior.