Às 10h41 (horário de Brasília) desta segunda-feira (6), os principais índices acionários de Wall Street operavam em direções opostas. Por um lado, o Dow Jones Industrial Average (DJIA) recuava 0,31%, aos 52.738,17 pontos; por outro, o S&P 500 e o Nasdaq subiam 0,35% e 0,83%, aos 7.509,48 pontos e aos 26.047,39 pontos, respectivamente.

No mercado de Treasuries, o rendimento do título de dois anos cedia de 4,181% para 4,133% ao ano. Já o do título de dez anos caía para 4,482% ao ano.

Nesta manhã, as ações de tecnologia ganhavam destaque. Os papéis da Technology Select Sector SPDR Fund (XLK) subiam 2,46%, liderando os ganhos e impulsionando as demais empresas do setor. 

Na agenda dos indicadores, a S&P Global reportou mais cedo que o Índice de Gerentes de Compras (PMI) Composto dos Estados Unidos – que compreende os setores de serviços e manufatura – avançou de 51,5 em maio para 51,9 pontos em junho. O resultado veio abaixo das expectativas do mercado, que apontava para um avanço para 52,2 pontos.

O PMI de Serviços caiu no período, de 51,3 para 51,2 pontos, ante expectativa de manutenção. Apesar dos desempenhos negativos, ambos indicadores seguem acima dos 50 pontos, o que indica expansão da atividade econômica.

Ainda nesta semana, o Federal Reserve irá liberar, na quarta-feira (8), a ata da última reunião de juros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) do Federal Reserve (Fed).

No âmbito político, tem início as audiências públicas promovidas pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), etapa considerada decisiva na investigação comercial americana que propõe uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros.

A expectativa é que diversas empresas, associações, governos e outras partes interessadas apresentem seus argumentos antes da decisão final do governo dos EUA, que deve sair até o dia 15. O governo do presidente Lula aposta em uma nova reunião com o representante comercial, Jamieson Greer, antes desse prazo.